Com premiações em dinheiro, bolsas e laptops, iniciativa busca soluções científicas e tecnológicas para enfrentar a crise climática.
As inscrições para a 31ª edição do Prêmio Jovem Cientista seguem abertas até 31 de julho, às 18h (horário de Brasília). Com o tema “Resposta às Mudanças Climáticas: Ciência, Tecnologia e Inovação como Aliadas”, a premiação busca estimular pesquisas que apresentem soluções para um dos maiores desafios globais da atualidade.
O prêmio, uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Roberto Marinho e patrocínio da Shell Brasil, é voltado para estudantes do ensino médio, superior, mestrandos, doutorandos e pesquisadores já formados.
Quem pode participar?
O edital divide os participantes em cinco categorias:
- Mestre e Doutor (até 39 anos em dezembro de 2025);
- Estudante do Ensino Superior (até 30 anos);
- Estudante do Ensino Médio (até 25 anos);
- Mérito Científico (reconhecimento a um pesquisador doutor);
- Mérito Institucional (para escolas e universidades com maior destaque).
Premiações
Os vencedores receberão:
- Valores em dinheiro (de R$ 12 mil a R$ 40 mil);
- Laptops;
- Bolsas de estudo do CNPq.
Além disso, as instituições com maior número de trabalhos qualificados serão premiadas na categoria Mérito Institucional.
Linhas de pesquisa
Os projetos devem se enquadrar em uma das 11 linhas de pesquisa para graduação e pós-graduação, que incluem:
- Resiliência e adaptação climática;
- Cidades inteligentes e sustentáveis;
- Segurança hídrica e alimentar;
- Bioeconomia e economia circular;
- Tecnologias emergentes (como IA e IoT no combate às emissões).
Já os alunos do ensino médio podem abordar temas como:
- Soluções sustentáveis para escolas e comunidades;
- Tecnologias digitais para monitoramento climático;
- Agricultura sustentável.
Como se inscrever?
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 31 de julho, no site oficial:
👉 jovemcientista.cnpq.br
Edital completo em:
👉 Edital Prêmio Jovem Cientista
Um prêmio com tradição
Criado em 1981, o Prêmio Jovem Cientista já reconheceu mais de 194 pesquisadores e 21 instituições de ensino. Para Glauco Paiva, da Shell Brasil, a premiação é essencial para “reduzir desigualdades e construir um futuro melhor”. Já o presidente do CNPq, Ricardo Galvão, reforça a importância da ciência no combate ao negacionismo climático.
João Alegria, da Fundação Roberto Marinho, destaca que “as respostas só serão potentes se forem coletivas e plurais”, valorizando o conhecimento tradicional e a inovação juvenil.
Se você tem uma ideia que pode ajudar a enfrentar as mudanças climáticas, esta é sua chance. Inscreva-se e concorra a prêmios que impulsionam carreiras e transformam realidades.









