Declaração no sistema GEDAVE ajuda no mapeamento de pragas e direcionamento de ações sanitárias
A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), vinculada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), publicou em suas redes sociais um reforço aos citricultores sobre a importância do envio do relatório Cancro/Greening até o 15 de julho. O documento, que deve ser preenchido no sistema GEDAVE, precisa conter os resultados das vistorias trimestrais realizadas entre janeiro e junho de 2025 em todas as plantas cítricas da propriedade.
A iniciativa visa mapear a dispersão do cancro cítrico e do HLB (Greening), duas das principais doenças que afetam a citricultura paulista. Com dados precisos, a Defesa Agropecuária pode planejar ações mais eficientes de controle e erradicação, além de subsidiar políticas públicas para o setor.
Ação em São Paulo: prazo e sistema obrigatório
Os produtores do estado devem acessar o GEDAVE (Gestão de Defesa Animal e Vegetal) para enviar a declaração dentro do prazo. A falta de entrega pode resultar em sanções, já que o relatório é parte do Programa Estadual de Controle de Doenças em Citros.
Demais Estados: atenção às normas locais
Embora o alerta seja direcionado a São Paulo – maior produtor de citros do país –, produtores de outras regiões devem ficar atentos às exigências de seus órgãos estaduais de defesa agropecuária. Doenças como o Greening exigem monitoramento contínuo em todo o território nacional.
Por que a declaração é importante?
- Auxilia no combate a pragas que causam perdas econômicas;
- Permite direcionar fiscalizações e apoio técnico;
- Contribui para a manutenção do status fitossanitário do Brasil no mercado internacional.
A CDA ressalta que a colaboração dos citricultores é essencial para proteger a citricultura, setor vital para a economia agrícola brasileira.








