Campanha alerta para sintomas, diagnóstico precoce e hábitos que reduzem os riscos da doença
O Julho Roxo é uma campanha dedicada à conscientização e prevenção do câncer de bexiga, tipo de tumor que afeta milhares de brasileiros todos os anos. A iniciativa busca informar a população sobre os sintomas, fatores de risco e a importância do diagnóstico precoce, além de promover hábitos saudáveis que podem reduzir as chances de desenvolvimento da doença.
O que é o câncer de bexiga?
O câncer de bexiga ocorre quando células malignas se desenvolvem no tecido que reveste o órgão. É mais comum em homens acima dos 60 anos, mas também pode afetar mulheres e pessoas mais jovens. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados cerca de 10 mil novos casos por ano no Brasil, sendo um dos tumores urológicos mais frequentes.
Sintomas
Os principais sinais do câncer de bexiga incluem:
- Sangue na urina (hematúria) – o sintoma mais comum, que pode deixar a urina avermelhada ou marrom.
- Dor ou ardência ao urinar.
- Vontade frequente de urinar, mesmo com a bexiga vazia.
- Dores pélvicas ou lombares.
Ao perceber qualquer um desses sintomas, é fundamental procurar um urologista para avaliação. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura.
Tratamento
O tratamento depende do estágio da doença e pode incluir:
- Cirurgia (remoção de tumores ou parte da bexiga).
- Quimioterapia e radioterapia.
- Imunoterapia, em alguns casos.
Quando detectado no início, o câncer de bexiga tem alta taxa de cura. Porém, em estágios avançados, o tratamento se torna mais complexo.
Como prevenir
Alguns hábitos podem reduzir o risco de desenvolver a doença:
- Não fumar – o tabagismo é o principal fator de risco.
- Beber bastante água para diluir substâncias tóxicas na urina.
- Evitar exposição prolongada a produtos químicos, como tintas e solventes.
- Manter uma dieta balanceada, rica em frutas, verduras e fibras.
A conscientização é essencial para que mais pessoas reconheçam os sintomas e busquem ajuda médica rapidamente. Além disso, a campanha pressiona por mais políticas públicas de prevenção e acesso a tratamentos.









